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CENTRO DE TECNOLOGIA DE FRUTAS E HORTALIÇAS

Boletim Informativo

Vol. 16 - JAN a DEZ / 2010

O Centro de Tecnologia de Frutas e Hortaliças é uma Unidade especializada do Instituto de Tecnologia de Alimentos, que realiza pesquisa e assistência tecnológica nas áreas de engenharia de processos e tecnologia de processamento de frutas e hortaliças.

Conteúdo

Avaliação da estabilidade de doce em massa de banana com amora-preta.


Produção de lichia passa por secagem com ar quente: alternativa de aproveitamento dos excedentes.


Recondicionamento por filtração com terra diatomácea e reuso do xarope de sacarose na desidratação osmótica de pêssegos.


Composição centesimal e em ácidos graxos de sementes de frutas provenientes de resíduos industriais.


Aceitabilidade e características físicas de néctar de goiaba adoçado com edulcorantes.


Notícia

Informação de Eventos diversos 2011

FRUTHOTEC eventos

Programação de Eventos - 2011

Como associar-se

Como utilizar o Centro

Associados do FRUTHOTEC


Editoração

Sílvia Cristina Sobottka Rolim de Moura

Ana Célia Carnielli


Revisão

Regina Espinazo – Relações Públicas


Editorial

AS TENDÊNCIAS DA ALIMENTAÇÃO


Um dos grandes desafios dos pesquisadores da área de alimentos é a identificação de novos hábitos de consumo, resultantes das rápidas alterações por que passa a sociedade. Com esse objetivo, o ITAL, em parceria com a FIESP e apoio de Instituições colaboradoras, desenvolveu no ano de 2010 o projeto Brasil Food Trends 2020 – Tendências Alimentares Brasileiras em 2020, buscando identificar as recentes exigências e as tendências dos consumidores brasileiros de alimentos.


De acordo com o estudo, o perfil de consumo de alimentos no Brasil, em linhas gerais, segue tendência daquele observado nos países desenvolvidos, nos quais as tendências atitudinais na compra dos alimentos podem ser agrupadas em cinco categorias: Sensorialidade e prazer, Saudabilidade e bem-estar, Conveniência e praticidade, Confiabilidade e qualidade e Sustentabilidade e ética.


Os produtos da área de frutas e hortaliças apresentam apelos que podem corresponder a várias destas tendências, entretanto, destaca-se a demanda por saudabilidade e bem-estar. Esta tendência origina-se em fatores como o envelhecimento das populações, descobertas científicas que vinculam determinadas dietas à incidência de doenças crônicas, bem como a renda e a vida em grandes cidades, influenciando a busca por um estilo de vida mais saudável. Buscando atender esta demanda, tem havido no mercado mundial e nacional um crescimento na oferta das seguintes classes de produtos naturais, frescos, integrais, produtos com adição de frutas e grão, emprego de “Superfrutas” (romã, noni, goji, açaí), produtos funcionais (enriquecidos com fibras e vitaminas, prebióticos, probióticos), produtos orgânicos, diet / light / low sugar /low sodium, energéticos ou relaxantes, minimamente processados, produtos a base de flores, plantas medicinais, produtos com propriedades cosméticas. Observa-se, também, uma tendência no emprego de selos de qualidade, tais como de sociedades médicas, atestando a eficácia de seu emprego.


A busca por uma alimentação saudável pode alterar significativamente as atitudes dos consumidores em relação à composição dos alimentos ou quanto à forma pela qual são processadas, gerando várias oportunidades para inovações.


Com apelo nutricional mais direto, alguns produtos alimentícios tradicionais, como refrigerantes e água mineral, têm surgido em versões fortificadas com vitaminas e sais minerais. Por outro lado, têm ganhado evidência os produtos elaborados a partir dos denominados “superalimentos” (superfoods, superfruits), isto é, ingredientes naturalmente muito nutritivos como româ, açaí, goji e acerola, além de outros produtos como as algas marinhas e quinoa.


Estudos têm mostrado o grande potencial para produtos destinados ao controle de peso e emagrecimento (diet e light), além dos produtos com quantidade controlada de calorias (100cal, 90cal).


Outra novidade é a promessa de redução da ansiedade e irritação, alguns dos sintomas do estresse, depressão, desânimo e falta de concentração. Um grande número de bebidas tem sido lançado com a promessa de alterar o estado de ânimo. Os energéticos continuam em pauta nos mercados, verificando-se mudanças com a segmentação para outros públicos e utilização de ingredientes naturais.


Um mercado também a ser observado é o de alimentos “cosméticos”. Estima-se uma taxa de crescimento de 7%, entre 2000 e 2010 para os suplementos alimentares relacionados à beleza, nos mercados da Europa e Estados Unidos
Entre estes produtos estão: bebidas com colágeno, produtos com antioxidantes, vitaminas C, D e E, com ingredientes específicos para proteção da pele quanto aos raios UVB.


Buscando atender à demanda por Conveniência e praticidade, as frutas e hortaliças também podem ser utilizadas na elaboração de produtos de pequenas porções (snacking, finger food), bem como de produtos embalados para consumo individual (monodoses), adequados para o consumo no trânsito ou em diferentes lugares e situações. Esta tendência é motivada, principalmente, pelo ritmo de vida nos centros urbanos e pelas mudanças verificadas na estrutura das famílias, estimulando a demanda por produtos que permitem a economia de tempo e de esforço dos consumidores.


Quanto à tendência relacionada à Sensorialidade e prazer, as frutas e hortaliças podem ser aplicadas na elaboração de produtos de maior valor agregado (gourmet e premium). A demanda em questão está relacionada com o aumento do nível da educação, informação e renda da população. Buscando atender a demanda por sensorialidade e prazer, tem havido o lançamento de produtos que valorizam receitas regionais e aspectos étnicos, bem como produtos que se propõe à harmonização entre alimentos e bebidas, e novas texturas e sabores. Destacam-se, também, produtos com embalagens e design diferenciados e produtos em embalagens lúdicas e interativas.


Enfim, em 2020 o mercado de alimentos deverá ser mais complexo, com os consumidores demandando um pacote mais amplo de benefícios e preços mais acessíveis. Além disto, o mercado de alimentos no país deverá crescer, atingindo maiores dimensões, com mais oportunidades, tanto no mercado interno como nas exportações.


Sílvia Cristina Sobottka Rolim de Moura
Diretora Técnica do FRUTHOTEC/ITAL

AVALIAÇÃO DA ESTABILIDADE DE DOCE EM MASSA DE BANANA COM AMORA-PRETA

A amora-preta é uma grande fonte de antioxidantes naturais, antocianinas e compostos fenólicos. Um alimento preparado com essa fruta pode vir a ser considerado um alimento funcional. Este trabalho teve como finalidade elaborar um doce de massa de banana e amora-preta, com reduzido teor de açúcar e acompanhar a estabilidade físico-química e sensorial por 4 meses de armazenamento. O doce foi elaborado por processo convencional em tacho aberto encamisado com agitação. Foi utilizado polpa de banana var. Nanicão (96,7%), ácido cítrico (0,4%) e amora-preta (3%) desidratada (secador de bandejas: 4hs/65oC/var 1,5m/s). Não foi adicionado açúcar visando um produto de baixo teor calórico. A amora-preta desidratada foi adicionada somente após o término da concentração da banana (aproximadamente 80oBrix). O doce em massa foi embalado em papel celofane e armazenado na temperatura ambiente sem proteção de luz, assim como normalmente é feito comercialmente. O produto foi caracterizado e acompanhado durante 4 meses quanto a umidade, sólidos solúveis totais, acidez total titulável, pH e atividade de água (Decagon), cor - L*, a*, b* (colorímetro Minolta), antocianinas e polifenóis totais (espectrofotômetro Femto). Foram realizados testes sensoriais de aceitabilidade e intenção de compra no tempo zero e após 4 meses de estocagem. Ao decorrer de 120 dias não foram observadas diferenças significativas nos valores de pH, oBrix, acidez total e atividade de água. A cor do doce teve pequena diminuição no parâmetro a*, tornando-se menos vermelha. Após 90 dias a redução de antocianinas já havia atingido 75% do valor inicial, porém o teor de polifenóis totais manteve-se praticamente constante Os resultados sensoriais mostraram que para os atributos aparência e sabor, a amostra obteve médias correspondentes a “gostei” em ambas as épocas, não havendo diferença significativa nesses atributos entre os tempos 0 e 4 meses. Quanto à textura, também não houve diferença significativa entre os tempos avaliados, sendo que a amostra obteve médias situadas entre “gostei” e “gostei pouco” em ambas as épocas. Para o aroma, a amostra no tempo 0 obteve média situada entre “gostei muito” e “gostei”, diferindo significativamente do tempo 4 meses, quando obteve média correspondente a “gostei”. Quanto à intenção de compra, médias situaram entre “provavelmente compraria” e “talvez comprasse, talvez não comprasse”, não houve diferença significativa entre a amostra nos tempos avaliados. Concluiu-se que houve perda do pigmento antocianina durante a estocagem, provavelmente pela presença de luz. Em ambas as épocas, a amostra recebeu uma freqüência de menções positivas bem superior a de menções negativas. O atributo que mais agradou foi o sabor e o que mais desagradou foi a textura do doce em massa.

 

Trabalho desenvolvido por: Silvia Moura (FRUTHOTEC-ITAL), Paulo Eduardo da Rocha Tavares (FRUTHOTEC-ITAL), Silvia Germer (FRUTHOTEC – ITAL),
Alba Nisida (FRUTHOTEC–ITAL), Adriana Alves (CCQA–ITAL), Cristiane Gomes-Ruffi (CEREAL CHOCOTEC), Rita Ormenese (CCQA–ITAL) e Alexandre Kanaan (graduando da FEA-UNICAMP)

PRODUÇÃO DE LICHIA PASSA POR SECAGEM COM AR QUENTE: ALTERNATIVA DE APROVEITAMENTO DOS EXCEDENTES

O Estado de São Paulo é responsável por 90% da produção nacional de lichia, cuja safra compreende o período de novembro a janeiro. No biênio 2004/2005 foram comercializadas aproximadamente 2 mil toneladas da fruta no Ceagesp/SP, representando um aumento de aproximadamente 800% com relação à safra de 2000/2001. A produção de lichia passa é uma alternativa que se apresenta para o aproveitamento dos excedentes da cultura, agregando valor com um investimento relativamente baixo. O objetivo do presente estudo foi avaliar o processo de produção de lichia passa por secagem com ar quente. Frutos da variedade Bengal foram colhidos, transportados e armazenados à temperatura ambiente. O processamento foi realizado um dia após a colheita. Os frutos foram lavados e secos inteiros em secador de gabinete com ar forçado (velocidade de 1,5 m/s) à temperatura de 70ºC até o teor de umidade de 18%. O tempo de secagem total foi de 28 horas. A matéria-prima foi caracterizada pelas seguintes análises físico-químicas: teor de umidade; teor de sólidos solúveis; acidez total titulável; pH; açúcares totais e redutores. Após a secagem, o produto foi armazenado em sacos de polietileno à temperatura ambiente. Após 15 dias, realizou-se, com equipe de 30 provadores não treinados, ensaio sensorial do produto, empregando-se o Método de Aceitação com escala hedônica de 9 pontos para os seguintes atributos: aparência, textura, sabor e qualidade geral. A matéria-prima apresentou as seguintes características (polpa): teor de umidade de 80,83 ± 0,34%; pH = 4,19 ± 0,06; acidez total de 0,405 ± 0,015 g ácido málico / 100 g; teor de sólidos de 17 °Brix; 16,23% de açúcares totais e 12,35 ± 0,30% de açúcares redutores.  O processo resultou no rendimento aproximado de 1 kg de lichia passa para cada 3,5 kg de matéria-prima. Considerando-se as notas sensoriais superiores a 7 (“gostei moderadamente”) na escala empregada, os resultados mostraram a seguinte aprovação do produto: 50% quanto à aparência; 77% quanto à textura; 87% quanto ao sabor. Em termos de qualidade geral, 67% dos provadores aprovaram a lichia passa inteira. O estudo mostrou haver viabilidade técnica na produção da lichia passa por secagem convencional com ar quente, resultando em um bom rendimento de processo e boa aceitação sensorial, com destaque para os atributos sabor e textura.

 

Trabalho desenvolvido por: Silvia Germer (FRUTHOTEC-ITAL), Cláudia Lino (FRUTHOTEC–ITAL), Paulo Eduardo da Rocha Tavares (FRUTHOTEC-ITAL) e Shirley Berbari (FRUTHOTEC–ITAL).

RECONDICIONAMENTO POR FILTRAÇÃO COM TERRA DIATOMÁCEA E REUSO DO XAROPE DE SACAROSE NA DESIDRATAÇÃO OSMÓTICA DE PÊSSEGOS

Avaliou-se um método para recondicionamento de xarope de sacarose na pré-secagem osmótica (OPD) de pêssegos. Este consistiu de: peneiramento (1mm de malha), filtração com terra diatomácea; concentração a vácuo e substituição da massa de xarope perdida. O experimento de desidratação osmótica foi realizado em 15 ciclos (50 º C, 65 º Brix, relação xarope / fruto de 4:1 e tempo de processo de 4h), utilizando o xarope recuperado do ciclo anterior. A secagem complementar foi realizada com um secador de ar forçado a 65 º C por cerca de 5h. As análises físicas (cor e turbidez), químicas (teor de sólidos solúveis, pH, acidez titulável, teor de açúcares redutores, condutividade elétrica) e microbiológica (bolores e leveduras) foram realizadas no xarope e no produto. Os parâmetros da pré-secagem osmótica, tais como perda de água e a incorporação de sólidos, também foram determinados. A avaliação sensorial foi realizada com pêssego passa utilizando o Método da Diferença do Controle, avaliando os seguintes atributos: sabor, textura, cor e aparência. O processo de recondicionamento mostrou não ter influência sobre os parâmetros da pré-secagem osmótica, e as cargas microbiológicas do xarope permaneceram baixas. Entretanto houve alterações no xarope durante os ciclos de recondicionamento e reutilização, tais como: aumento da acidez titulável, diminuição do pH, aumento da condutividade elétrica e um aumento no teor de açúcares redutores. A turbidez manteve-se constante. O método de recondicionamento e reuso avaliado não influenciou o sabor nem a textura do produto, além disto favoreceu a manutenção da cor amarela do pêssego no produto seco.

 

Trabalho desenvolvido por: Silvia Germer (FRUTHOTEC-ITAL), Marlene Queiroz (FEAGRI–UNICAMP), José Maurício Aguirre (FRUTHOTEC–ITAL), Shirley Berbari (FRUTHOTEC–ITAL), Neliane Silveira (CCQA–ITAL), Rita de Cássia Ormenese (CCQA–ITAL) Luciana Miyagusku (CTC–ITAL) e Valéria Anjos (GEPC–ITAL).


COMPOSIÇÃO CENTESIMAL E EM ÁCIDOS GRAXOS DE SEMENTES DE FRUTAS PROVENIENTES DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS

As indústrias de processamento de matérias-primas de origem vegetal vêm crescendo a cada ano. Empresas que processam frutas tropicais e subtropicais para a produção de sucos, doces, geleias e extratos se enquadram nessa categoria, e geram uma grande quantidade de resíduos entre eles as sementes. A maior parte destas indústrias se preocupa com a utilização dos resíduos descartados que poderiam ter valor agregado como subprodutos/ingredientes funcionais e serem usados nas indústrias de cosméticos e alimentos em geral. O presente estudo objetivou avaliar a composição centesimal (teores de umidade, cinzas, lipídios, proteína e fibra bruta), e a composição em ácidos graxos da fração lipídica de sementes de goiaba (Psidium guajava), amora preta ou americana (Rubus ulmifolius), maracujá (Passiflora edulis), longana (Dimocarpus longan) e acerola (Malpighia emarginata) resultantes do processamento das respectivas polpas. As sementes foram secas a 60ºC por aproximadamente 6h, trituradas e caracterizadas. Posteriormente tiveram sua fração lipídica extraída e a composição em ácidos graxos determinada por cromatografia gasosa. A quantificação dos ácidos graxos foi feita por normalização interna de áreas e todos os dados expressos em g/100g de amostra. Os resultados obtidos mostraram que das sementes analisadas as de maracujá apresentaram o maior teor de lipídios e de proteína (24,7 e 13,9 g/100g, respectivamente) e as de longana o menor teor de lipídios (1,6 g/100g). As sementes de goiaba apresentaram 7,9 g/100g de lipídios e o maior percentual de fibra (36,9 g/100g).  As sementes de amora preta apresentaram 7,5 g/100g de lipídios enquanto as sementes de acerola apresentaram 5,4 g/100g. Em relação ao perfil de ácidos graxos, os que se destacaram foram o palmítico (C 16:0), oléico (C 18:1) e linoléico (C 18:2) para as sementes de goiaba, acerola, longana e maracujá. Já as sementes de amora apresentaram teor de ácido linolênico (C 18:3) maior que o de palmítico.

 

Trabalho desenvolvido por: Paulo Eduardo da Rocha Tavares (FRUTHOTEC–ITAL); Ercilia Aparecida Henriques (CCQA–ITAL), Ana Maria Rauen de Oliveira Miguel (CCQA–ITAL) e Roseli Aparecida Ferrari (CCQA–ITAL).

ACEITABILIDADE E CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DE NÉCTAR DE GOIABA ADOÇADO COM EDULCORANTES

A existência de diversos edulcorantes disponíveis é uma grande vantagem para os fabricantes de alimentos. Ainda há poucos trabalhos com utilização de Taumatina. A goiaba (Psidium guajava L.) é rica em vitamina C e antioxidantes e muito consumida no Brasil. Avaliou-se características físicas: pH, % sólidos solúveis, cor(L*, a*,b*) e aceitação de 4 amostras de néctar de goiaba adoçadas com sacarose, Ciclamato de sódio: Sucralose:Sacarina sódica (CSuSa), Acessulfame K:Sucralose (AcSu), Esteviosideo:Sacarina sódica:Ciclamato de Sódio ( SSC) e Taumatina (em concentração semelhante a de edulcorantes). As amostras foram avaliadas por 51 consumidores, recrutados voluntariamente, quanto à aceitabilidade do produto de modo global, aroma, consistência, sabor, acidez e adoçamento (escalas hedônicas -9=gostei muitíssimo, 5=não gostei nem desgostei e 1= desgostei muitíssimo) e quanto à intensidade da consistência e do adoçamento (escalas do ideal 5=muito mais intenso do que eu gosto, 3=do jeito que eu gosto, 1=muito menos intenso do que eu gosto). Utilizou-se delineamento de blocos completos aleatorizados, e apresentação monádica seqüencial. Resultados, avaliados por ANOVA, com comparação de médias pelo teste de Tukey, mostraram que amostras adoçadas com sacarose, CsuSa, SSC, não diferiram (p<0,05) entre si quanto aos atributos sensoriais avaliados, recebendo notas situadas entre “gostei” e “gostei pouco” mas diferiram da Taumatina (p<0,05) para todos eles, recebendo notas situadas entre “desgostei ligeiramente” a “gostei pouco” (sabor, modo global). Amostra Taumatina apresentou menor intensidade de adoçamento e de consistência. Consumidores comentaram gostar do aroma, consistência e cor dos néctares e não gostar do adoçamento, sabor/sabor residual das amostras com exceção da sacarose, que apresentou maior teor de sólidos solúveis (p<0,05), seguido da amostra SSC e CsuSa, que não diferiram entre si e todas diferiram da Taumatina, que apresentou a menor concentração de sólidos solúveis. Os produtos também se diferenciaram quanto à Luminosidade (L*), sendo que a amostra sacarose apresentou maior luminosidade que as demais e não houve diferença (p<0,05) para os demais atributos. Dosagem de Taumatina necessita de melhor adaptação, bem como testes em misturas de edulcorantes.

 

Trabalho desenvolvido por:Paulo Eduardo da Rocha Tavares (FRUTHOTEC–ITAL); Kátia Cipolli (CCQA–ITAL), R A Lazarin (FEA–UNICAMP), Sílvia Moura (FRUTHOTEC–ITAL), Katumi Yotsuyanagi (CCQA–ITAL)

NOTÍCIA

Castanhas do Sertão

Um dos frutos promissores do Cerrado é o baru, Sua castanha comestível é rica em ferro, zinco e proteína. Segundo Melo Madalena, sua qualidade nutricional não deixa a dever a outra castanha brasileira mais famosa, a castanha-do-Pará.


Um trabalho do departamento de nutrição da Faculdade de Ciência da Saúde da UnB, publicado no International Journal of Scientific Nutrition, mostrou que o baru é rico em cobre, fósforo, magnésio, cálcio e taninos.


Também rico em sabor e possibilidades gastronômicas. A castanha pode ser usada em pratos, como arroz com suã, ora-pro-nóbis e baru e em doces, como um bolinho cremoso e o sorvete de baru – este último passou a fazer parte do cardápio fixo da casa. A guloseima vale o seu “peso” em calorias (muitas), já que a maior parte delas vem das gorduras saudáveis da castanha.


Da mesma família do baru, o jatobá é utilizado tradicionalmente para a produção de farinha, obtida da mucilagem ao redor de sua semente. É um dos frutos mais ricos em termos de nutrientes, pela abundância de fibras, carboidratos de boa qualidade e sais minerais. A concentração de taninos também é alta, segundo o artigo da UnB na International Journal of Scientific Nutrition.


Mas são as fibras que têm despertado mais atenção de biscoitos, pães, bolos e inspirou uma pesquisa sobre a sua utilização na fabricação de biscoitos sem açúcar e com alto teor de fibras, para alimentação de pessoas com diabetes ou sob restrições alimentares.


Realizado na faculdade de Nutrição da Universidade Federal de Goiás, o trabalho desenvolveu um biscoito isento de açúcares com 10% de substituição da farinha de trigo por farinha de jatobá. Segundo os pesquisadores, o produto obtido apresentou boa qualidade e aceitabilidade, com alto teor de fibras, predominando as insolúveis.


A farinha da amêdoa da macúba, outra palmeira comum do Cerrado, também é tradicionalmente consumida da região. Rica em cálcio e fonte de ferro, a farinha da macúba tem altos teores de proteína e de fibra. Entretanto na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul mostrou que o aproveitamento da proteína é relativamente baixo quando a farinha é consumida crua.


Estão sendo pesquisadas formas de aproveitar a farinha da macúba reidratada em receitas para o preparo de doces, como sorvete. Também está sendo feito um estudo sobre as propriedade medicinais da fruta, que tradicionalmente é usada para o preparo de um xarope expectorante.


Menos conhecido fora dos limites do cerrado, o araticum é da família da fruta-do-conde (à qual assemelha-se na forma) e da graviola.


O sabor é mais adocicado do que o da fruta-do-conde: o araticum tem entre 18% e 20% de açúcar e também é fonte de fibras, fósforo e ferro.


Pesquisador da Embrapa defende a idéia de revezarem-se os cultivos das várias frutas e distribuírem-se as espécies e variedades na alimentação durante todo ano. A idéia é preservar e aumentar as reservas naturais dessas plantas. Não tem sentido usar defensivos, muito menos pensar em culturas únicas. Temos de aproveitar o tempo de cultivo de cada uma dessas espécies


Dá para se fartar de frutas o ano todo. Em alguns casos, muito facilmente. A cagaita, da família das goiabas, por exemplo, dá muito rápido. Amadurece 60 dias após a floração.


Fonte de vitamina C e B2, com casca e polpa amareladas quando madura, a cagaita é versátil na cozinha. Sua Acidez equilibrada com molhos ou acompanhamentos para carnes e peixes – no menu temático do restaurante Brasil a Gosto, foi elaborada uma maionese de cagaita para acompanhar um petisco de costela de pacu. Já o doce suave da fruta convida ao preparo de sobremesas e sovertes. Bastante suculenta, também é muito boa para ser consumida in natura.


Famosa desconhecida


A versatilidade de usos culinários é um potencial que ainda precisa ser muito trabalhado. Há uma dificuldade de as pessoas entenderem como essas frutas podem ser consumidas.


Isso ocorre até com frutas do Cerrado bastante difundidas na cultura popular e mesmo nos meios de comunicação de massa. É o caso do jenipapo, que dá origem a um licor muito consumido nos “grandes sertões” brasileiros, tem fama de afrodisíaco, está em letras da música popular brasileira e foi fartamente citado em “O Bem Amado”, de Dias Gomes, a primeira telenovela em cores da TV brasileira, exibida pela TV Globo em 1973. Apesar de tudo isso é comum a gente ver jenipapo estragando. Uma pena já que a fruta é rica em ferro e vitamina B2.


Assim como as outras frutas do cerrado, a produção do jenipapo é essencialmente extrativista. Isso faz com que, nos centros urbanos da região, essas frutas tenham oferta pequena e preços altos. A tarefa de divulgá-las deve-se apoiar em três pontos: pesquisa do valor nutricional, para determinar as de maior potencial na alimentação da população; pesquisa de novas receitas, para abrir o leque de usos, e pesquisa para melhoramento e incentivo do cultivo sustentável. Além de aumentar a oferta, isso é importante para a preservação do bioma do Cerrado. Em muitas áreas, a vegetação nativa está sendo eliminada. Aumentar o cultivo dessas frutas é decisivo para a preservação desse meio ambiental.


Revista Nestlé Bionutrição e Saúde
Publicação destinada aos profissionais da saúde – ano 3 – nº 10 – dezembro 2009 – São Paulo
Sabor e saúde
Por:_Iara Biderman

 

Fonte:
nutrição.saude.gov.br/documentos/alimentos_reginais_brasileiros.pdf


INFORMAÇÃO DE EVENTOS DIVERSOS 2011

Fruit Logística 2011

Data: 09 a 11 de fevereiro
Local: Berlim – Alemanha


Alimentária Lisboa 2011

Data: 27 a 30 de março
Local: Lisboa – Portugal


CIGR International Symposium

Data: 18 a 20 de abril
Local: Nantis – França


SIAL 2011

Data: 11 a 13 de maio
Local: Toronto - Canadá


ICEF – 11º Congresso Internacional de Engenharia de Alimentos

Data: 22 a 26 de maio
Local: Atenas – Grécia


Fispal Food Service 2011

Data: 06 a 09 de junho
Local: Expo Center Norte - São Paulo - SP


Tecno Sorvetes 2011

Data: 06 a 09 de junho
Local: Expo Center Norte – São Paulo – SP


Fispal Tecnologia 2011

Data: 07 a 10 de junho
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi - São Paulo - SP


IFT

Data: 11 a 14 de junho
Local: New Orleans – USA


ANUGA

Data: 08 a 12 de outubro
Local: Colonia - Alemanha


FI Europe

Data: 29 de novembro a 01 de dezembro
Local: Paris – França

FRUTHOTEC EVENTOS

Curso sobre Desidratação de Frutas e Hortaliças

O FRUTHOTEC realizou no período de XX a XX de maio de 2010 o curso sobre Desidratação de Frutas e Hortaliças, coordenado pelos pesquisadores José Maurício Aguirre e Silvia Germer. O evento reuniu aproximadamente 40 participantes, entre profissionais de indústria, órgãos governamentais, produtores rurais, além de estudantes de graduação e pós-graduação, e visou transferir informações teóricas e práticas fundamentais para o processamento de frutas e hortaliças desidratadas com ênfase nos aspectos tecnológicos e equipamentos para secagem. O Curso foi apresentado na forma de aulas expositivas e aulas práticas nas plantas-piloto do FRUTHOTEC.


Curso de Processamento de Compotas, Doces em Massa e Geleias para Pequenas Empresas

O FRUTHOTEC realizou, nos dias 03 e 04 de agosto de 2010, o Curso sobre Processamento de Compotas, Doces em Massa e Geleias para Pequenas Empresas. O objetivo do curso – que teve como público-alvo: profissionais de empresas de pequeno e médio porte produtoras de alimentos derivados de frutas, fruticultores e empresários diversos – foi à transferência de tecnologia sobre o processamento industrial de doces. Durante o curso, foram ministradas aulas teóricas dissertativas, assim como aulas práticas, onde os participantes tiveram a oportunidade de atuar na fabricação dos produtos.

 

Curso de Industrialização de Palmito

De 17 a 19 de agosto de 2010 foi realizado no ITAL o curso sobre Industrialização de Palmito em Conserva com o objetivo de transferir informações fundamentais sobre o processamento de palmito em conserva, com ênfase nos pontos críticos de controle do processo para se alcançar a qualidade e a segurança do produto. O evento teve coordenação da pesquisadora do FRUTHOTEC, Shirley Berbari, contando com a participação de aproximadamente 30 pessoas entre produtores e processadores de palmito além de técnicos de órgãos governamentais. Foram abordados temas referentes à industrialização do palmito, como microbiologia, sanificação, tecnologia do processamento, APPCC e controle de qualidade.


Seminário de Bebidas Funcionais: Tecnologia e Inovação

O FRUTHOTEC e o TECNOLAT realizaram no dia 25 de agosto de 2010 o Seminário de Bebidas Funcionais: Tecnologia e Inovação, cujo objetivo foi a transferência de tecnologia para empresas processadoras de bebidas e a apresentação de trabalhos na área de produtos funcionais. Estiveram presentes profissionais da área de desenvolvimento de produto; - pequenas e médias empresas processadoras de alimentos; - profissionais da indústria de bebidas.


Curso: Reações de Transformação e Vida-de-Prateleira de Alimentos Processados

Foi realizado pelo FRUTHOTEC, nos dias 26 e 27 de outubro de 2010, o curso Vida-de-Prateleira de Alimentos Processados. O evento teve coordenação das pesquisadoras Sílvia Moura e Sílvia Germer e sempre é bastante procurado, já que é ministrado apenas a cada 2 anos. O curso que neste ano teve seu Manual Técnico totalmente revisado, visou proporcionar aos participantes, através de exemplos reais, uma base de conhecimentos, reunidos em função do objetivo de se estimar a vida-de-prateleira de alimentos processados. O programa abordou os temas: cinética de reações em alimentos; influência da temperatura e da atividade de água nas reações de transformação em alimentos; estimativa da vida-de-prateleira, inclusive com a aplicação de testes acelerados e influência da embalagem na vida-de-prateleira. Também foram realçados os aspectos dos erros e limitação na estimativa da vida-de-prateleira. As aulas expositivas foram ministradas por pesquisadores do FRUTHOTEC, de outros Centros do ITAL e da FEA/UNICAMP, contando com o patrocínio da BRASEQ.


Participação em Congressos

A pesquisadora Silvia Germer marcou presença no XVIIth World Congress of CIGR, realizado em Quebec - Canadá no primeiro semestre de 2010, apresentando trabalhos científicos desenvolvidos no FRUTHOTEC e patrocinada pela FAPESP. A pesquisadora esteve presente também no XXII CBCTA, realizado em Salvador/BA no segundo semestre de 2010, onde além de apresentar trabalho também ministrou um minicurso.


A pesquisadora Shirley Berbari esteve presente no IFT MEETING, realizado em Chicago, Illinois/EUA, no segundo semestre de 2010, apresentando trabalhos científico desenvolvido no FRUTHOTEC e patrocinada pela FAPESP.


O pesquisador Paulo Tavares esteve presente no II Simpósio em Ciência e Tecnologia de Alimentos e I Congresso do Instituto Nacional de Frutas Tropicais, realizado em Aracajú, no primeiro semestre de 2010, apresentando trabalho científico desenvolvido no FRUTHOTEC. Já no segundo semestre, esteve presente no VI Simpósio Ibero-Americano em Análise Sensorial e no XXII CBCTA, onde além de apresentar trabalho também ministrou um minicurso.


Missão Internacional

Pesquisadora do FRUTHOTEC participa da Missão PAIIPME na Espanha e França

A pesquisadora Gisele Camargo participou da Missão PAIIPME, a convite do IBRAF, a Espanha e França no período de 23 de março a 03 de abril.


A missão teve o objetivo de trazer conhecimento para as MPEs brasileiras em relação a novas exigências legislativas ou privadas, novas tecnologias (emergentes) de processos, controle de processos, embalagens e de produtos no setor de frutas processadas

 

Visita técnica de pesquisadora do FRUTHOTEC ao Instituto Fraunhofer IVV da Alemanha

A pesquisadora, Dra Sílvia Pimentel Marconi Germer, do Centro de Tecnologia de Frutas e Hortaliças, FRUTHOTEC, juntamente com outros 5 pesquisadores do ITAL, empreenderam, a convite, viagem para Freising, Alemanha, a fim de participar do 1st Scientific Workshop Fraunhofer IVV-ITAL – Food Trend 2020, promovido pelo Fraunhofer-Institut fur Verfahrenstechnik und Verpackung IVV de 13 a 17 de dezembro de 2010.


O referido evento teve por objetivo principal aproximar as equipes do Instituto Fraunhofer IVV e do ITAL; após o estabelecimento de Termo de Cooperação em meados de 2010. O evento, realizado em conjunto pelas instituições de pesquisa, contou com a participação de aproximadamente 30 pesquisadores. Foram realizadas durante o evento: visitas técnicas às instalações do Instituto Fraunhofer IVV, palestras sobre a situação da indústria de alimentos nos respectivos países, projetos de pesquisa conduzidos pelas instituições e reuniões técnicas para discussão de projetos futuros.


A pesquisadora apresentou, dentro da programação do Workshop, a palestra “Demanda por saudabilidade e bem estar no consumo de alimentos – situação brasileira”, tendo por base o trabalho “Brasil Food Trend 2020”, realizado pelo ITAL em 2010. Além da apresentação, a pesquisadora participou de reunião técnica com a equipe da área de engenharia de processos do Instituto Fraunhofer, na qual foram discutidas atividades conjuntas como coordenação de eventos e realização de pesquisa em desidratação de frutas.


Pesquisadores do ITAL durante visita ao Instituto Fraunhofer


A pesquisadora Sílvia Germer ministra palestra no Workshop

PROGRAMAÇÃO DE EVENTOS – 2011

Dias 19 e 20 de maio
Curso de Desidratação de Frutas e Hortaliças
Realização: FRUTHOTEC
Coordenação: José Maurício Aguirre e Silvia Germer
Vagas: 35
Local: Auditório do CTC

Objetivo: Transferir informações teóricas e práticas fundamentais para o processamento de frutas e hortaliças desidratadas com ênfase nos aspectos tecnológicos e equipamentos para secagem.

Público-Alvo: Profissionais da área, empresários agroindustriais e técnicos em geral com afinidade no assunto.

 

Dias 15 e 16 de junho
Curso de Processamento de Compotas, Doces em Massa e Geleias para Pequenas Empresas.
Realização: FRUTHOTEC
Coordenação Técnica: Silvia Moura e Paulo Tavares
Vaga: 35
Local: Auditório FRUTHOTEC

Objetivo: Transferência de tecnologia sobre o processamento de doces com o objetivo de atender o pequeno empresário, que já atua no setor e objetiva a reciclagem de conhecimentos. Além do mais, o curso forneceu informações aos interessados na implantação de pequenas empresas agro-industriais tanto urbanas quanto rurais.

Público-Alvo: Profissionais e empresários que trabalham com a produção de geléias e doces.

 

Dias 23 a 25 de agosto
Curso de Industrialização de Palmito em Conserva
Realização: FRUTOTEC
Coordenação: Shirley Berbari
Vagas: 30
Local: Sala VIP

Objetivo: Treinar profissionais da indústria processadora de palmito em conserva em técnicas de processamento, acidificação, BPF, APPCC

Público-Alvo: Profissionais da Indústria processadora de palmito em conserva.

 

Dias 10 e 11 de outubro
Produtos a base de frutas e bebidas: Tecnologia e inovações em ingredientes e aplicações
Realização: FRUTHOTEC
Coordenação Técnica: Paulo Tavares, Gisele Camargo e Sílvia Moura
Vaga: 100
Local: Auditório Décio Dias Alvim

Objetivo: Apresentar os avanços tecnológicos e inovações na aplicação de ingredientes em produtos a base de frutas (geleias,doces em massa, barras de frutas e bebidas).

Público-Alvo: Profissionais, estudantes, pesquisadores e professores do setor.

 

Dia 27 de outubro
Tendências na desidratação de frutas e hortaliças: Tecnologia e aplicação
Realização: FRUTHOTEC
Coordenação Técnica: Sílvia Pimentel Marconi Germer, José Maurício Aguirre
Vaga: 60
Local: Auditório Décio Dias Alvim

Objetivo: Apresentar e discutir as tendências, em termos de tecnologia e aplicação, da indústria de frutas e hortaliças desidratadas.

Público-Alvo: Técnicos e profissionais da indústria de alimentos e de empresas de equipamentos e insumos da indústria de desidratados, empresários, pesquisadores, estudantes.

 

 

Maiores informações no Setor de Eventos do ITAL
Fone: (19) 3743-1758 / 3743-1759
Fax: (19) 3242.6343 / 3242-3104
e-mail: eventos@ital.sp.gov.br

COMO ASSOCIAR-SE

Uma forma de organização eficiente e prática, que agiliza o atendimento ao setor, é o sistema associativo, semelhante àqueles em funcionamento nos países europeus. Seguindo este modelo, as empresas se associam ao Centro mediante um contrato com a Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa do Agronegócio - FUNDEPAG, ligada à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, passando a contribuir com uma anuidade paga em quatro parcelas trimestrais.
Em contrapartida, as empresas associadas recebem:

• Redução de 20% nos custos relativos a: projetos de pesquisa e desenvolvimento, testes em planta-piloto; consultorias; análises de laboratório e taxas de inscrição nos seminários, cursos e outros eventos realizados pelo Centro;

• Boletim Informativo contendo notas técnicas de interesse nas áreas de atuação do Centro;

• Prioridade de atendimento a consultas, pareceres, análises, projetos, etc.

COMO UTILIZAR O CENTRO

Recomenda-se, primeiramente, marcar entrevista via contato telefônico - (0xx19) 3743.1840 ou pela Internet (relação abaixo), para discussão de questões relativas ao tipo de serviços requeridos, tanto em termos de assistência tecnológica, treinamento, quanto de desenvolvimento de um projeto específico, bem como a forma de contratação desses serviços e seu trâmite normal.

Silvia Cristina Sobottka Rolim de Moura: smoura@ital.sp.gov.br

Alba Lúcia Coelho Nisida: anisida@ital.sp.gov.br

Rogério Perujo Tocchini: tocchini@ital.sp.gov.br

Shirley Aparecida Garcia Berbari: sberbari@ital.sp.gov.br

Gisele Anne Camargo: camargo@ital.sp.gov.br

Paulo Eduardo da Rocha Tavares: ptavares@ital.sp.gov.br

Silvia Pimentel Marconi Germer: sgermer@ital.sp.gov.br

José Gasparino Filho: gaspar@ital.sp.gov.br

José Maurício Aguirre: maguirre@ital.sp.gov.br

José Roberto Cavichiolo: jroberto@ital.sp.gov.br

Relações Públicas: espinazo@ital.sp.gov.br

Secretaria do Fruthotec: frutho@ital.sp.gov.br

home page: http://www.ital.sp.gov.br/fruthotec

ASSOCIADOS DO FRUTHOTEC

 

• BIOENERGIA EMPREENDIMENTOS
• AMBIAL AGROINDÚSTRIA LTDA
• CITROVITA AGRO INDUSTRIAL LTDA
• FISCHER S/A. COM. IND. E AGRICULTURA
• AGROINDÚSTRIA CITROSUCO
• FUGINI ALIMENTOS LTDA
• SUCOCITRICO CUTRALE LTDA
• PEDRO GALLIAN JUNIOR