Em agosto de 1974 foi assinado um convênio entre o ITAL e a EMBRAPA, visando à implantação do "Centro Nacional de Pesquisa e Treinamento de Pessoal em Tecnologia de Carne", através do qual recursos da esfera federal foram alocados à Usina-Piloto de Carne e Derivados, uma vez que os recursos orçamentários provenientes do Governo do Estado de São Paulo eram insuficientes para dotar a unidade com capacidade tecnológica pretendida.
O Centro teve duas fases: a primeira que se estendeu de 1974 a 1984 em que formou e treinou pessoal no exterior e implantou-se a infra-estrutura física do Centro.
E a segunda, que se estendeu até o presente, quando após a saída de toda equipe inicial, adotou-se uma forma de trabalho estreitamente vinculada às necessidades de indústria, governo e órgão de legislação.
Um convênio com o Canadá no valor de cerca de meio milhão de dólares auxiliou na reativação da unidade e na sua modernização. Criou-se em 1990 um Modelo Associativo para trazer recursos extra orçamentários que permitissem ao Centro realizar suas atividades de pesquisa, desenvolvimento, assistência tecnológica e treinamento. No ano de 2000 foi criado o Curso de Especialização em Tecnologia de Carnes atendendo à solicitação da indústria que necessita nessa era do conhecimento, de mão de obra especializada.
O Centro de Tecnologia de Carnes (CTC), localizado em Campinas – SP foi implantado em 1976 como a primeira infra-estrutura do porte no País, direcionada essencialmente às atividades de pesquisa tecnológica na área de carnes. Voltado para a indústria de carnes, desde o seu surgimento, o CTC procurou realizar a ligação entre a pesquisa científica e a aplicação de seus resultados nos processos industriais, objetivando contribuir para o avanço da indústria da carne.
O centro tem mantido estreito vínculo com o setor industrial através da implantação de frigoríficos, estabelecimentos de novas empresas, desenvolvimento de produtos e formulações, em testes experimentais, pareceres técnicos e outras atividades de assistência tecnológica.
Auxiliando a desenvolver novos produtos e processos, o CTC cria alternativas de processamento e contribui para tornar competitivas as nossas indústrias da área de carnes, tanto no mercado nacional como internacional.
O CTC está dividido em quatro áreas de trabalho:
O Controle de qualidade atende a todas as áreas, compreende os laboratórios de avaliação sensorial computadorizado, microbiologia e análises físicas e químicas.